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A Amilina é um hormônio peptídico de grande relevância no controle metabólico, atuando de forma integrada com a insulina na regulação da glicose e do equilíbrio energético. Por exercer funções essenciais no metabolismo e na comunicação entre pâncreas, sistema nervoso e trato gastrointestinal, a Amilina é amplamente estudada em humanos e diferentes espécies animais, tanto em pesquisas básicas quanto aplicadas.
A Amilina é produzida e secretada pelas células beta do pâncreas, sendo liberada juntamente com a insulina após a ingestão de alimentos. Sua principal função é complementar a ação da insulina, contribuindo para um controle mais preciso da glicemia pós-prandial.
Trata-se de um hormônio altamente conservado entre espécies, o que reforça seu valor em estudos comparativos e translacionais.
A Amilina atua em diferentes níveis do metabolismo, incluindo:
Essas ações tornam a Amilina um importante modulador da homeostase metabólica.
Em humanos, a Amilina é amplamente investigada em estudos relacionados a:
Em animais, sua dosagem é utilizada em pesquisas sobre:
A análise da Amilina permite compreender melhor como o organismo responde às variações energéticas e glicêmicas em diferentes espécies.
A metodologia ELISA é amplamente utilizada para a quantificação da Amilina por oferecer alta sensibilidade, especificidade e reprodutibilidade. Essa técnica possibilita a análise do hormônio em diferentes matrizes biológicas, apoiando estudos laboratoriais e experimentais.
A dosagem por ELISA é aplicada em pesquisas envolvendo:
A quantificação da Amilina auxilia na investigação de:
Por sua atuação complementar à insulina e papel central no metabolismo energético, a Amilina é considerada um biomarcador estratégico em estudos metabólicos modernos.
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