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Entendi
Na medicina veterinária, um dos maiores desafios clínicos é a impossibilidade de comunicação verbal entre o animal e o profissional. Essa limitação torna essencial o uso de indicadores objetivos e mensuráveis para a identificação precoce de doenças.
É nesse contexto que os biomarcadores ganham protagonismo, permitindo intervenções mais rápidas, precisas e humanizadas no cuidado animal.
Mais do que uma ferramenta complementar, os biomarcadores tornaram-se fundamentais para superar uma limitação inerente à prática veterinária, viabilizando diagnósticos precoces e tratamentos mais eficazes.
Biomarcadores são utilizados para:
Peptídeos e proteínas podem ser analisados de forma qualitativa ou quantitativa, ampliando a precisão dos estudos clínicos e experimentais.
Entre os avanços recentes, destaca-se o uso de biomarcadores salivares, uma abordagem não invasiva com grande potencial clínico e científico.
Esses marcadores permitem:
✔ Monitoramento do estado de saúde
✔ Avaliação do início de doenças
✔ Acompanhamento da resposta ao tratamento
✔ Redução do estresse animal durante a coleta
Essa estratégia vem sendo amplamente estudada em diferentes espécies, fortalecendo protocolos de bem-estar animal associados à pesquisa diagnóstica.
A proteína C-reativa (CRP) é um dos biomarcadores inflamatórios mais consolidados na medicina veterinária.
Trata-se de uma proteína plasmática altamente conservada, integrante da imunidade inata, cuja síntese aumenta rapidamente em resposta a:
Em cães, concentrações elevadas de CRP são observadas em diversas condições clínicas, como:
Sua rápida resposta e correlação direta com a intensidade da inflamação tornam a CRP um marcador valioso em situações críticas.
Uma tendência clara nas pesquisas atuais é a transição do uso de biomarcadores únicos para painéis moleculares integrados.
Em doenças complexas — como o Complexo Respiratório Bovino (BRDC) — não é possível recomendar um único biomarcador universal, devido à variabilidade biológica e clínica.
Por isso, estudos vêm priorizando a análise combinada de marcadores hormonais, imunológicos e inflamatórios, aumentando a sensibilidade e a confiabilidade diagnóstica.
Biomarcadores como IgA salivar e adenosina deaminase (ADA) têm sido estudados como ferramentas não invasivas para o diagnóstico da Síndrome da Úlcera Gástrica Equina (EGUS), com destaque para o potencial da IgA como ferramenta de triagem.
Na pecuária, diversos biomarcadores são utilizados para diagnóstico precoce de doenças, incluindo:
Além disso, biomarcadores como CXCL10 e interferon-α (IFN-α) vêm sendo investigados para detecção de respostas imunológicas na tuberculose bovina, ampliando alternativas aos testes tradicionais.
Outros marcadores importantes incluem:
Esses biomarcadores são fundamentais para avaliar exposição, metabolismo e eficácia de adsorventes minerais na nutrição animal.
O LEAC atua como parceira técnica/científica em estudos e pesquisas experimentais, oferecendo:
✔ Kits ELISA para biomarcadores inflamatórios, hormonais e imunológicos
✔ Aplicações em múltiplas espécies
✔ Suporte técnico-científico especializado
✔ Apoio a projetos acadêmicos (IC, mestrado e doutorado)
✔ Orientação na construção de painéis moleculares
Nossa atuação vai além do fornecimento de produtos: apoiamos o pesquisador na geração de dados confiáveis e reprodutíveis. Venda Consultiva, damos suporte em todas as etapas de seus projetos.
👉 Entre em contato com a nossa equipe técnica e descubra como podemos apoiar seu projeto de pesquisa com biomarcadores veterinários.
leac@leaclab.com.br
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